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Quantos bancos?

Com quantos bancos você trabalha hoje? Já parou pra contar?

Eu tinha conta no Banespa, aí precisei abrir conta na Nossa Caixa pra receber salário. Uma revista me ofereceu um cartão do Unibanco e aceitei. Aí o Banespa se juntou com o Santander (já eram 4 bancos). O Banespa virou Santander(ufa, 3 bancos!) mas logo se juntou com o Real (4 bancos, de novo). Um belo dia, o Unibanco foi juntado com o Itaú (5 bancos!!). E de repente a Nossa Caixa se juntou com o Banco do Brasil (6 bancos!!!!)

Tudo bem que a Nossa Caixa vai virar somente Banco do Brasil. Mas pra quem não queria trabalhar com muitos bancos diferentes, 5 é de lascar...

Isso que eu já tive conta no Banco do Brasil e no Itaú mas saí deles. Me pegaram de novo!!

Mídia e violência

A sociedade está tão anestesiada pela mídia, que já sofre há anos as consequências de sua omissão perante ela - e pede mais.

Não posso relatar aqui o que foi contado em confiança, mas posso colocar da seguinte forma: a violência é vista como meio para se conseguir um objetivo. Pelas crianças! Sim, crianças  pensam na violência como um meio para se conseguir um objetivo.

Você sabe lidar com uma coisa dessas?

E não me refiro a crianças que nascem em ambiente violento. São crianças que aprenderam essa brilhante solução com a TV. Sua sensibilidade está virada pelo avesso.

Não podemos continuar com a mesma reação, dizendo “nossa, que horror...” e continuando a viver nossa vidinha como quem não tem nada a ver com isso (até que a consequência desse “horror” nos atinja).

Escândalos de Pedofilia: A guerra subliminar entre o laicismo e o Cristianismo

(artigo de um agnóstico!)

Blog Shalom – Carmadélio
Artigos de qualidade e notícias à luz da verdade e da fé Católica.


Escândalos de Pedofilia: A guerra subliminar entre o laicismo e o Cristianismo.
do Corriere de la Sera,Jornal Italiano
por Marcello Pera, Filósofo, agnóstico e senador.


A questão dos sacerdotes pedófilos ou homossexuais, que rebentou recentemente na Alemanha, tem como alvo o Papa. E, dadas as enormidades temerárias da imprensa, cometeria um grave erro quem pensasse que o golpe não acertou no alvo – e um erro ainda mais grave quem pensasse que a questão morreria depressa, como morreram tantas questões parecidas. Não é isso que se passa. Está em curso uma guerra.

Não propriamente contra a pessoa do Papa porque, neste terreno, tal guerra é impossível: Bento XVI tornou-se inexpugnável pela sua imagem, pela sua serenidade, pela sua limpidez, firmeza e doutrina; só aquele sorriso manso basta para desbaratar um exército de adversários. Não, a guerra é entre o laicismo e o cristianismo.

Os laicistas sabem perfeitamente que, se aquela batina branca fosse tocada, sequer, por uma pontinha de lama, toda a Igreja ficaria suja, e se a Igreja ficasse suja, suja ficaria igualmente a religião cristã. Foi por isso que os laicistas acompanharam esta campanha com palavras de ordem do tipo: «Quem voltará a mandar os filhos à igreja?», ou «Quem voltará a meter os filhos numa escola católica?», ou ainda: «Quem internará os filhos num hospital ou numa clínica católica?» Há uns dias, uma laicista deixou escapar uma observação reveladora: «A relevância das revelações dos abusos sexuais de crianças por parte de sacerdotes mina a própria legitimação da Igreja Católica como garantia da educação dos mais novos.»

Pouco importa que semelhante sentença seja desprovida de qualquer base de prova, porque a mesma aparece cuidadosamente latente: «A relevância das revelações»; quantos são os sacerdotes pedófilos? 1%? 10%? Todos? Pouco importa também que a sentença seja completamente ilógica; bastaria substituir «sacerdotes» por «professores», ou por «políticos», ou por «jornalistas» para se «minar a legitimação» da escola pública, do parlamento, ou da imprensa.

Aquilo que importa é a insinuação, mesmo que feita à custa de um argumento grosseiro: os sacerdotes são pedófilos, portanto a Igreja não tem autoridade moral, portanto a educação católica é perigosa, portanto o cristianismo é um engano e um perigo. Esta guerra do laicismo contra o cristianismo é uma guerra campal; é preciso recuar ao nazismo e ao comunismo para se encontrar outra igual. Mudam os meios, mas o fim é o mesmo: hoje, como ontem, aquilo que se pretende é a destruição da religião. Ora, a Europa pagou esta fúria destrutiva ao preço da própria liberdade.

É incrível que sobretudo a Alemanha, que bate continuamente no peito pela memória desse preço que infligiu a toda a Europa, se esqueça dele, hoje que é democrática, recusando-se a compreender que, destruído o cristianismo, é a própria democracia que se perde. No passado, a destruição da religião comportou a destruição da razão; hoje, não conduz ao triunfo da razão laica, mas a uma segunda barbárie.

No plano ético, é a barbárie de quem mata um feto por ser prejudicial à «saúde psíquica» da mãe. De quem diz que um embrião é uma «bola de células», boa para fazer experiências.

De quem mata um velho porque este já não tem família que cuide dele.

De quem apressa o fim de um filho, porque este deixou de estar consciente e tem uma doença incurável.

De quem pensa que progenitor «A» e progenitor «B» é o mesmo que «pai» e «mãe».

De quem julga que a fé é como o cóccix, um órgão que deixou de participar na evolução, porque o homem deixou de precisar de cauda. E por aí fora…

Ou então, e considerando agora o lado político da guerra do laicismo contra o cristianismo, a barbárie será a destruição da Europa. Porque, eliminado o cristianismo, restará o multiculturalismo, de acordo com o qual todos os grupos têm direito à sua cultura. O relativismo, que pensa que todas as culturas são igualmente boas. O pacifismo, que nega a existência do mal.

Mas esta guerra contra o cristianismo seria menos perigosa se os cristãos a compreendessem; pelo contrário, muitos deles não percebem o que se está a passar. São os teólogos que se sentem frustrados com a supremacia intelectual de Bento XVI. Os bispos indecisos, que consideram que o compromisso com a modernidade é a melhor maneira de atualizar a mensagem cristã.

Os cardeais em crise de fé, que começam a insinuar que o celibato dos sacerdotes não é um dogma, e que talvez fosse melhor repensar essa questão. Os intelectuais católicos que acham que a Igreja tem um problema com o feminismo e que o cristianismo tem um diferendo por resolver com a sexualidade. As conferências episcopais que se enganam na ordem do dia e, enquanto auguram uma política de fronteiras abertas a todos, não têm a coragem de denunciar as agressões de que os cristãos são alvo, bem como a humilhação que são obrigados a suportar por serem colocados, todos sem descriminação, no banco dos réus. Ou ainda os chanceleres vindos do Leste, que exibem um ministro dos negócios estrangeiros homossexual, ao mesmo tempo que atacam o Papa com argumentos éticos; e os nascidos no Ocidente, que acham que este deve ser laico, que o mesmo é dizer anti-cristão. A guerra dos laicistas vai continuar, quanto mais não seja porque um Papa como Bento XVI sorri, mas não recua um milímetro.

Mas aqueles que compreendem esta intransigência papal têm de agarrar na situação com as duas mãos, não ficando de braços cruzados à espera do próximo golpe. Quem se limita a solidarizar-se com ele, ou entrou no horto das oliveiras de noite e às escondidas, ou então não percebeu o que está ali a fazer.»

O fenômeno FarmVille

Entrei no Facebook para ter uma ferramenta de contato com pessoas conhecidas, amigos com quem não me encontro há muito tempo,... enfim, como uma alternativa ao Orkut.

Eu via mesmo muitas postagens falando de patinhos que haviam sido encontrados na fazenda de não sei quem, elefantes perdidos, presentes, mas fiquei bem quietinha na minha. Recebi convites para entrar nesse FarmVille, mas olhei, pensei... deixa pra lá.

Até que minha cunhada disse que ela e meu irmão estavam na fazendinha, que eu entrasse para ser vizinha deles e que era legal, dava para plantar moranguinhos e ganhar moedinhas (no jogo, bem entendido).

E lá fui eu, entrar no mundo maravilhoso de FarmVille. Comecei com moranguinhos, abóboras e não sei mais o quê.

Mas o jogo não acaba nunca, claro. No máximo você chega ao nível mais elevado e não tem mais recursos novos a desbloquear. A cada mês, praticamente, sai uma novidade da época. Depois que entrei não apareceram mais elefantes, mas apareceram muitas coisas relacionadas a circo (tenho um carrinho de pipoca), depois foram os ovos de galinha com prêmios dentro, os currais para pôr as vaquinhas, enfeites de Natal, de ano novo (tinha até fogos de artifício), flores e bombons de Valentines, decorações do ano novo chinês, um monte de detalhes relacionados a combustível para os tratores e outras máquinas, coleções intermináveis, medalhas por produtividade, e agora está uma celebração relacionada à França.

Sem contar que neste momento tenho praticamente uma centena de contatos, de gente que nem conheço nem sei de que país são! Quase todos vizinhos de fazenda (qual formato de fronteira minha fazenda tem, para ser possível ter tantos vizinhos, eu nem imagino!).

O jogo às vezes apresenta alguns problemas, pois tem milhares de pessoas usando ao mesmo tempo e as atualizações são feitas com o sistema todo online. Aí aparecem falhas, o pessoal começa a reclamar, vira um muro de lamentações enorme. E eu fico pensando: gente, é só um jogo pra passar o tempo!!... “Não é justo, gastei tanto tempo trabalhando na fazenda e agora sumiu não-sei-o-quê de lá”; “Desde ontem não consigo fertilizar, socorrooooo!”; “Perdi meus gifts, alguém me ajudaaaaa!!”; “Assim não é possível jogar, vou desistir, a gente se empenha e acontece isso! Que falta de respeito!”; “Tem um email prá gente escrever reclamando?”. E eu penso: gente, é um jogo gratuito, e é só um jogo!!...

Há umas coisas interessantes de se observar: as plantações têm um tempo para dar frutos; se passamos demais do tempo de colher, a colheita se estraga. Mas sempre há frutos - não há inconvenientes de enchentes, pragas, seca,... Entendem? É um ambiente todo controladinho. Plantou, colheu. Isso é atraente, pois não há contratempos como na vida real. E é também viciante, quando se começa a ver a plantação aumentar e as possibilidades de comprar um novo enfeite, um bichinho diferente, ou aumentar a fazenda pra pôr mais tranqueira dentro.

Um sintoma de que você se viciou no jogo é quando começa a se programar para ter tempo de colher suas plantações.

Tenho a impressão de que são as mulheres que suportam mais tempo esse tipo de jogo. Os homens acabam se cansando logo desse monte de detalhes, desse negócio sem fim de prêmios e coleções. Mas não posso afirmar, apenas já notei a desistência de mais homens do que de mulheres, desde que entrei lá.

E indistintamente há pessoas muito competitivas. Quando surge algo novo, alguns correm desabaladamente para conseguir logo o prêmio ou terminar primeiro a construção, por exemplo. Já surgiram até links diretos para obter mais rapidamente os itens de coleções e outras coisas do tipo. Os gerentes do jogo percebiam e cortavam os atalhos indevidos. Só se pode ter um galinheiro, mas houve uma época em que chegamos a ver uma fazenda que era uma verdadeira granja. Truques para burlar o jogo geralmente aparecem...

Por outro lado, alguns descobriram uma forma de um presente poder ser retirado por até oito pessoas, e passaram a dica adiante - como uma forma de ajudar mais vizinhos ao mesmo tempo.

Bem que dizem que nos jogos as pessoas se revelam!

“Não entendi e não gostei”

Ontem me aconteceu uma boa: sabem quando a gente acaba de contar uma coisa que está acontecendo e a pessoa vem para cima com um monte de questionamentos nada a ver?

Rapaz!... fiquei meio chocada, não vou negar. Parece que aquilo que tenho contado ao longo de anos foi para um sumidouro e é como se a gente estivesse começando a se conhecer agora.

Gozado é que essa pessoa já fez isso antes, sobre outro assunto. É bem assim mesmo: nem entendeu, pegou o que mal entendeu e fez lá seu julgamento final como se a situação toda fosse aquilo que ela acha que está acontecendo.

Não é difícil a gente viver uma situação dessas: a gente derrama a opiniãozinha torta em cima do outro sem nem realmente saber o que está acontecendo. É um tipo de arrogância, como que soubéssemos de tudo, e melhor do que quem está passando pela situação.

É claro que há circunstâncias em que a pessoa envolvida não consegue enxergar coisas óbvias, que as pessoas que olham de fora facilmente identificam, e assim se pode ajudar.

Mas é preciso tomar muito cuidado antes de abrir a boca julgando, se não se sabe a história direito. Aí é mesmo arrogância. Isso desgasta um relacionamento.

Agora lá vou eu responder a perguntas já respondidas anos atrás porque a pessoa já se esqueceu, e porque há detalhes que ela não sabe mesmo, porque nem precisa saber.

Eu até entendo que ela não tenha compreendido. Mas que tenha julgado sem entender e como se não me conhecesse... isso foi bem chato.

Reações estranhas

Há situações que me deixam meio desnorteada:
  • muita gente falando ao mesmo tempo, 
  • confusão de gente entrando e saindo, 
  • quando me pedem algo que já fiz, como se não tivesse feito ainda.

Banco, em véspera de feriado

"Ninguém merece!"

E eu só ia depositar uma grana, mas os envelopes tinham acabado e a fila dos caixas era imensa para tão pequeno e estreito posto bancário.

Saí de lá sem depositar nada, antes de começar a espirrar em todo mundo (recaída de gripe). Tive receio de que pudessem pensar que era alguma terrorista treinando pra guerra bacteriológica.

Contenção de despesas

Agora só em julho vou ficar olhando coisa pra comprar. Cheeega! (rs...)

Meus problemas acabaram!

Lembro-me quando meu pai comprou nosso primeiro computador. Eu já estava no segundo ano da graduação (em ciências de computação) e o XT turbinado a 8MHz foi uma sensação. Primeiro, a emoção da compra - na Santa Ifigênia, é claro.

Achei gozado quando minha mãe exclamou, quando eu me enfurnava no quarto para fazer as lições: "Pensei que quando tivesse computador em casa você não precisasse mais estudar!" Pois é.

De lá pra cá, muita coisa mudou e piorou a dependência do computador: Internet Banking, Submarino, Americanas, Kalunga... até B.O. online e Cartório 24 horas!

O problema vem sendo conseguir fazer tudo o que preciso, melhorando o uso desses recursos todos para economizar em coisas banais como xerox. Mas já estou estou tentando resolver, comprando uma impressora a laser. O detalhe é ver se ela conversa com a placa USB que tenho ou se vou precisar de um upgrade.

Mas acho que, pelo momento, meus problemas acabaram!

Tudo ao mesmo tempo, agora!

Já li diversos artigos a respeito de pessoas multi-tarefa. Mas acho que não li os artigos certos, porque os que li não me ajudaram muito. Uns dizem que fazer várias coisas ao mesmo tempo acaba sendo produtivo, enquanto outros dizem que na verdade a gente perde tempo, porque precisa ficar recuperando o contexto das coisas que está fazendo (pra saber onde parou e qual o próximo passo).

De vez em quando minha mãe me pergunta: "Você não está com muita coisa, não?" E respondo que estou!

Como não sei de que maneira resolver essa situação, vou seguindo como está.

Mas aceito voluntários!

Gripe de outono

Só atendo depois das 10h (quando paro de tossir).

Festa de Confraternização

Chopp a partir das 10h.
Batidinha a partir das 11h.
Comida a partir das 13h!

“Nada a declarar”...

Excessos...

Quer dizer... se as outras religiões não reclamam, com base em quê aparece o "excesso de zelo politicamente correto" anti-Natal?


Campanha pede que cristãos voltem a celebrar o Natal no Reino Unido


Hinduístas, sikhs e muçulmanos uniram-se em uma campanha para "tranqüilizar" os cristãos do Reino Unido: "Festejem o Natal, sem se preocupar em ofender as outras confissões".

A Comissão de Direitos Humanos e Igualdade (Equality and human rights commission) aderiu também à campanha. O presidente da Comissão lamentou o fato de que, em nome do "politicamente correto", a "celebração do nascimento de Cristo esteja se tornando quase um tabu".

"Todas as escolas deveriam fazer um recital sobre a Natividade, sejam ou não alunos cristãos", disse Phillips, acrescentando que "é justo celebrar e é justo que Cristo seja a estrela da festa".

O secretário-geral do Conselho Hinduísta, Anil Bhanot, está de acordo com Philips, afirmando que também os hinduístas celebram o Natal, e gostariam que os cristãos continuassem a transmitir a mensagem de amor de Cristo. "Excluir as outras confissões não faz parte da nossa religião", ressaltou ele.

Por sua vez, o porta-voz do Conselho Muçulmano da Grã-Bretanha afirmou que "é absurdo pensar que as celebrações e as decorações de Natal possam ofender os muçulmanos".

Fonte: Rádio Vaticano

Sem saída

Há coisas que, se fosse possível, pagaríamos para não fazer.

Uma delas é ter que nos colocar em situação de desvantagem para resolver um problema, quando sabemos que "tudo o que dissermos pode e será usado contra" nós. Ficamos antecipando todas as possibilidades, tentando nos convencer de que é melhor deixar pra lá... Mas as conseqüências do nosso silêncio seriam piores do que a "lapidação moral" que prevemos.

Outra coisa é quando precisamos ter aquela conversa séria com um(a) amigo(a), sabendo que poderemos magoá-lo(a) ao expor o assunto, mas precisamos fazer isso e não tem jeito, pois o(a) deixaríamos em situação muito ruim se não disséssemos nada.

Só rezando... e encarando de frente a situação.

Barulho demais!

Você precisa estar sempre ouvindo algum ruído - TV, CD, rádio - e quase fica louco quando o ambiente está silencioso "demais"?

Não é um bom sinal... Ruído sempre encobre outros sons. Até atrapalha os pensamentos. É preciso buscar o silêncio, aprender a "ouvir-se" interiormente.

Minha sala de trabalho é barulhenta... são muitos computadores ligados numa saleta ao lado e não há boa vedação acústica. E ainda há o ar condicionado e os computadores desta sala. A "impressão sonora" é de que estamos dentro de um avião.

Já vieram aqui medir a iluminação da sala. Mas o ruído do ambiente, ainda não.

Ai que falta de silêncio...

Não-comunicação telefônica

Toca o telefone, e atendo no "padrão serviço", dizendo a seção e meu nome:

- Tal lugar, fulana.
- Alô, quem fala?
- Fulana.
- Por favor, queria falar com beltrano.
- É o horário de almoço dele, ele volta às duas.
- Ah, e que horas ele volta? uma e meia?
- Às duas!
- Ah, obrigada, eu ligo mais tarde.

«...e assim se cumpre a profecia!»

Não sei se meus ávidos leitores (tem alguém aí?) assistem à série nada séria «Psych», no Universal Channel. Em uma história recentemente reprisada, o amigo do Psych finaliza uma cena dizendo «...e assim se cumpre a profecia!», explicando que a situação precisava de uma frase de efeito.

Foi bem a situação de meu fim-de-semana. Como todos sabem - e a ciência afirma -, finais de semana prolongados são datas propícias para acabar o gás, queimar fusíveis e dar problema de encanamento. No meu caso, foi o Speedy que insistia em não dar o ar da graça no meu endereço novo. Resolvi ligar no 103 15 e então ouvir a sentença fatal:

- Senhora, infelizmente na sua região não há infra-estrutura suficiente... (explicações detalhadas) por isso o Speedy foi cancelado.

Ou seja: peço a alteração de endereço da linha e do Speedy, anotam meu pedido, transferem a linha, preparo a ligação interna para o Speedy, e fico esperando uma semana, para depois eu ter que procurar saber que raios que tá acontecendo... eles simplesmente cancelam o serviço e fica a bomba na mão do atendente, que precisa me dar a má notícia?? Dava a impressão de que o coitado se encolhia, já se preparando para que eu caísse berrando em cima dele. Poupei os sentimentos do rapaz, mas a empresa "me aguarde"... Para vender o produto, é um assédio incansável; e na hora de dizer "ops, sinto muito, não podemos mais oferecer isto", nada?? Nem pra avisar, senhores?

A NET, muito mais eficiente e com verdadeira consideração pelo cliente, logo retornou uma informação de que não havia possiblidade de instalar o Virtua no nosso endereço. Não nos deixou com cara de paisagem, esperando Godot, como fez a Telefonica.

Por diversos motivos, ainda vai demorar um tempo até eu conseguir fechar um contrato de serviço wireless... Minha mãe, angustiada com a lentidão do acesso neste fim de semana, perguntou se ainda tem alguém que use conexão discada! Pois é, a gente fica mal-acostumada com a Banda Larga, por pior que seja.

...e assim se cumpre a profecia!

Visitei e fiquei fã!

Não conhecia o blog do Marcelo Katsuki, chamado Comes & Bebes. Cheguei lá seguindo a notícia de um chiclete de brigadeiro (ew!!!!!!!!) e já marquei para visitá-lo mais vezes. Bem-humorado, diversificado, finíssimo! (o blog, não o chiclete de brigadeiro, que ainda estou pensando se algum dia provarei!)

Alta tecnologia

Hoje cedo interromperam parte da rua aqui do lado do prédio onde trabalho, pra tirarem um tronco de árvore ou coisa parecida. Estava difícil de tirarem o toco, aí tacaram fogo nele.
Ficou tudo cheirando a incêndio até a hora do almoço.

Pá de cal

Organizações geralmente adotam frases assustadoras que apresentam como "missão". Sim, são assustadoras. Não digo que seja algo do tipo «Não deixaremos de matar pessoas inocentes por nossa causa de justiça», mas coisas absurdas para o cidadão comum, por exemplo: «Nada nos deterá na busca pelo progresso da ciência».

E agora o Terra nos informa os mandamentos da TAM, destacando o primeiro:


Depois dessa, estou vendo que preciso visitar mais sites de empresas, antes de comprar qualquer coisa!